{
    "ova_anoReferencia" : 2020,
    "ova_a" : "O DB Brasil atualmente opera com duas divisões corporativas principais: Investment Bank (IB) e Corporate Bank (CB):\n- A divisão de IB foca sua atividade em (i) Vendas e Negociação de Renda Fixa e Moedas (Fixed Income and Trading - FIC), e (ii) prestação de serviços de consultoria e originação de emissões e sindicalização. \n- A divisão de CB combina as linhas de negócios da anterior área de Global Transaction Banking (GTB) e a equipe de vendas (Corporate Bank Coverage) reponsável pela originação de transações para o DB Brasil.\nO apetite de risco é definido em relação à capacidade de risco do Banco, que reflete as principais restrições regulatórias de capital e liquidez.\nOs principais riscos relacionados às atividades de negócios do DB Brasil são: Risco de inadimplência, Risco de país, Risco de transação, Risco de mitigação, Risco de concentração, Risco de mercado e IRRBB,  Risco de liquidez, Risco reputacional e Risco não financeiro.",
    "ova_b" : "O DB Brasil privilegia os princípios de Governança Corporativa, seguindo diretrizes do Grupo Deutsche Bank (Grupo DB) que consolidam os princípios internos de Governança Corporativa que minimamente correspondem ou superam os requerimentos legais do Brasil. Desde 2003, o Grupo DB adota globalmente o artigo 404 da Lei Sarbanes-Oxley, que exige o levantamento completo dos controles internos, assim como os sistemas de informação que produzem os dados financeiros e fluxos de documentação/processos de aprovação. Embora o DB Brasil não seja considerado globalmente uma entidade “SOX relevante”, periodicamente a documentação é revisada e atualizada pela área de Finance (área de Finanças), complementando o já existente processo interno de controles de acordo com a Resolução CMN nº 2.554/1998, bem como, com a Instrução nº 505/2011 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).\nO DB Brasil privilegia os princípios de Governança Corporativa, seguindo diretrizes do Grupo Deutsche Bank (Grupo DB) que consolidam os princípios internos de Governança Corporativa que minimamente correspondem ou superam os requerimentos legais do Brasil. \nDesde 2003, o Grupo DB adota globalmente o artigo 404 da Lei Sarbanes-Oxley, que exige o levantamento completo dos controles internos, assim como os sistemas de informação que produzem os dados financeiros e fluxos de documentação/processos de aprovação. Embora o DB Brasil não seja considerado globalmente uma entidade “SOX relevante”, periodicamente a documentação é revisada e atualizada pela área de Finance (área de Finanças), complementando o já existente processo interno de controles de acordo com a Resolução CMN nº 2.554/1998, bem como, com a Instrução nº 505/2011 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).",
    "ova_c" : "A Diretoria Executiva comunica consistentemente as expectativas de gerenciamento de riscos a todos seus colaborares e demais partes interessadas, como parte de disseminação da cultura de gestão de risco solidária, responsável e conjunta. É considerado o nível de gerenciamento de riscos de seus colaboradores como um dos critérios de avaliação de desempenho, tornando como base cinco (5) comportamentos principais, sendo:\na) Assumir papel ativo na identificação e resposta aos riscos em todas as áreas da instituição;\nb) Ser rigoroso, prospectivo e abrangente na avaliação de risco. Definindo como o risco está envolvido nas decisões de negócios do dia-a-dia, os colaboradores são incentivados a reconhecer e avaliar de forma proativa o risco;\nc) Convidar, fornecer e respeitar os desafios. Ao promover uma comunicação clara e um alto grau de transparência, é criado um ambiente que habilita colaboradores em todos os níveis a desafiar decisões de gerenciamento de risco, bem como apontar qualquer assunto de interesse ou preocupação;\nd) Solucionar problemas coletivamente. Uma cultura de inclusão em todos os níveis da Instituição incentiva a discussão aberta e o escalonamento dos riscos;\ne) Colocar o DB Brasil e sua reputação no cerne de todas as decisões. O compromisso para uma cultura de risco de alto desempenho protege a solidez e a reputação a longo prazo.\n\nEm parceria com a área de Recursos Humanos, a área de Gerenciamento de Riscos deve fornecer treinamento regulares e atualizações contínuas de suas políticas e procedimentos adequados para os colaboradores do DB Brasil.\nO DB Brasil dispõe de uma página específica para o gerenciamento de riscos em sua intranet, com a finalidade de facilitar e disseminar a cultura de riscos.",
    "ova_d" : "O DB Brasil exige que os tomadores de risco assegurem uma identificação abrangente de risco, de modo que todos os riscos a que estejam expostos sejam incluídos no inventário de risco da Instituição. Esse processo é gerenciado pela área de Gerenciamento de Riscos e apresentados mensalmente no CROC. \nOs riscos financeiros estão concentrados nas áreas de: (i) CRM (Credit Risk Management ou Gerenciamento dos Riscos de Crédito), (ii) MRM (Market Risk Management ou Gerenciamento dos Riscos de Mercado), e (iii) LRM (Liquidity Risk Management ou Gerenciamento do Risco de Liquidez).\nOs riscos não financeiros estão concentrados na área de NFRM (Non-Financial Risk Management ou Gerenciamento de Riscos Não-Financeiros).\nO registro e manutenção de posições expostas ao risco são mantidos nos sistemas de gerenciamento de riscos que são a fonte de informação para a emissão da apresentação ao CROC. Um sumário destes relatórios é apresentado ao BoD.",
    "ova_e" : "Mensalmente, os representantes do Comitê de Supervisão de Capital e Riscos (CROC - Capital & Risk Oversight Committee) recebem relatório completo com as principais informações tais como: resultados, riscos de crédito, mercado, liquidez e operacional além de informações relacionadas aos valores de RWA (Risk-Weighted Assets – Ativos Ponderados pelo Risco), IRRBB (Interest Rate in the Banking Book – Gerenciamento de Risco de Taxa de Juros), testes de estresse e os principais índices de desempenho que ajudam nas tomadas de decisão. \nNeste relatório denominado “Brazil Capital & Risk Oversight Commitee” apresenta página onde são sintetizados os principais indicadores de riscos, denominado “Risk Appetite Dashboard”, que permite rápida visualização do contexto atual da filial em relação aos indicadores definidos na Declaração de Apetite de Riscos (RAS – Risk Apettite Statement). Também são apresentados os resultados do teste de estresse distribuído em cada linha de atividade da instituição e o impacto nas métricas regulatórias, bem como as contingências elencadas (De-risking) de forma a enquadrar o DB Brasil nas métricas regulatórias.",
    "ova_f" : "Os testes de estresse do DB Brasil são realizados de acordo com as respectivas políticas de gerenciamento de riscos de crédito, mercado, operacional e liquidez, tendo, sempre que possível, os cenários alinhados entre os diferentes riscos. A definição dos cenários é composta por três (3) elementos básicos: (i) cenário macroeconômico de estresse, (ii) eventos idiossincráticos não financeiros, e (iii) choque súbito em um dia de mercado.\n\nA área de CRM (Credit Risk Management ou Gerenciamento de Risco de Crédito) é responsável por executar os testes de estresse regulares na carteira de crédito, incluindo os derivativos, de acordo com os Procedimentos para Gerenciamento de Risco de Crédito no Brasil, o qual está em linha com os requisitos regulamentares. O teste de estresse é uma técnica de gerenciamento de risco voltada para o futuro, usada para avaliar os efeitos potenciais de um evento específico e/ou um movimento em um conjunto de fatores de risco em um portfólio específico e/ou as condições financeiras de uma instituição. Ele deve ser usado além de modelos estatísticos, como o valor em risco (VaR – Value at Risk) e é visto como uma ferramenta de gerenciamento do risco complementar.\n\nO teste de estresse de gestão de risco é um processo local próprio, para posições da carteira de negociação (“trading”) do DB Brasil, que estima o impacto financeiro (“Profit and Loss”) na carteira diante de cenários extremos, porém plausíveis, em diversos fatores de risco. Os cenários podem ser baseados em observações históricas ou cenários prospectivos, e consistem em combinações de deslocamentos como desvalorização da taxa de câmbio e aumento da taxa de juros.\n\nA estrutura do teste de estresse para os riscos operacionais do DB Brasil resulta da aplicação de um modelo local, baseado em aspectos específicos do DB Brasil e usa uma base de dados do mercado. A governança do teste começa na área de NFRM (Non-Financial Risk Management ou Gerenciamento de Risco Não-Financeiro), com a definição do modelo, a coleta de informações e cálculo do teste de estresse. O CROC supervisiona a modelagem e o resultado do teste de estresse e o BoD aprova.\n\nOs pressupostos do teste de estresse de liquidez são definidos de acordo com metodologia global do Grupo DB com possibilidade de adaptações ao mercado local conforme avaliação da área de Treasury (Tesouraria) e revisão da área de LRM (Liquidit Risk Management ou Gerenciamento de Risco de Liquidez). Esse relatório é preparado de forma diária e os resultados do teste de estresse são enviados à área de LRM. Caso haja um resultado negativo no teste de estresse de liquidez, o CROC deve aprová-lo e, além disso, esse resultado é comunicado ao BoD. Anualmente, as premissas do modelo são revalidadas pela área de LRM e o resultado da validação é apresentado ao CROC.",
    "ova_g" : "O DB Brasil monitora todos os riscos contra o apetite por risco e as considerações de risco específicas por tipo, níveis de carteira e contraparte. O relatório de risco deve ser preciso, claro e completo e deve transmitir dados reconciliados e validados para assegurar transparência e compreensão de todos os riscos, suas principais métricas e cenários de estresse.\nO risco pode ser mitigado no nível do portfólio, ativos, tipo, cliente, entre outros. O instrumento típico de mitigação de riscos inclui um ou mais dos seguintes itens:\n\n-Diversificação do portfólio e balanceamento do mix (combinação) de receita para reduzir dependência de mercados ou produto específico;\n-Garantias sob a forma de ativos financeiros, físicos ou outros; ou declarações de responsabilidade (garantias);\n-Implementação de controles como o rastreamento do desempenho por avaliações periódicas do desempenho real versus metas do plano e identificação precoce dos possíveis desvios;\n-Monitoramento de mudanças não planejadas no ambiente de negócios, incluindo mudanças regulatórias;\n-Compra de proteção (hedge);\n-Seguros;\n-Alienação de ativos ou compromissos.",
    "ova_h" : "O acompanhamento dos valores de capital é realizado mensalmente. Os valores de capital regulatório e econômico abrangem também o valor do capital contábil, atendendo aos limites da legislação local e os limites da matriz, como exemplo, o limite de exposição ao país. Estes valores também são apurados tanto para fins locais, como para a matriz, seguindo as respectivas legislações. Para fins locais, apura-se o capital regulatório com base na Resolução CMN nº 4.193/2013 (e regulamentação complementar), enquanto que para a matriz do Grupo DB, são aplicados os conceitos de Basiléia adotados globalmente.",
    "ova_outros" : [ {
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